Análise dos Riscos Hidrológicos no Sudeste
No dia 25 de fevereiro de 2026, o panorama de riscos geo-hidrológicos no Brasil é alarmante, especialmente nas regiões Sudeste e Centro-Oeste. Segundo relatórios, a possibilidade de eventos como enxurradas e alagamentos é considerada MUITO ALTA em Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo. Na Região Geográfica Intermediária de Juiz de Fora (MG), a situação é crítica. As condições atuais de drenagem urbana, agravadas pelos altos volumes de chuva registrados nos últimos dias, elevam a preocupação com novos episódios de alagamento. Previsões apontam pancadas de chuva moderadas a fortes, o que intensifica o risco na região.
A previsão para áreas urbanas como Belo Horizonte e Barbacena (MG), além de Petrópolis (RJ) e São José dos Campos e São Paulo (SP), é de risco ALTO. A expectativa é de chuvas significativas que podem resultar em extravasamento de canais e alagamentos em locais já vulneráveis. Por outro lado, a probabilidade de ocorrência de enxurradas e outros eventos similares nas Regiões Geográficas Intermediárias de Pouso Alegre e Varginha (MG), bem como em Vitória e Cachoeiro do Itapemirim (ES), é classificada como MODERADA. Essas áreas também enfrentam um cenário de chuvas intensas que podem agravar as condições do solo.
Risco Hidrológico no Centro-Oeste
Na região Centro-Oeste, especificamente em Mato Grosso do Sul, o risco é considerado MODERADO. A previsão de pancadas isoladas de chuva, que podem ser de intensidade moderada a forte, aumenta a preocupação com a Região Geográfica Intermediária de Campo Grande (MS). A situação deve ser acompanhada de perto para evitar desastres e danos à população.
Previsões de Risco Geológico no Sudeste
No que diz respeito aos riscos geológicos, as mesmas regiões enfrentam uma situação preocupante. A probabilidade de movimentos de massa, como deslizamentos, é MUITO ALTA também em Juiz de Fora (MG). Com acumulados de chuva que ultrapassam os 150 mm em 24 horas, a possibilidade de deslizamentos se torna iminente. A previsão de continuidade das chuvas ao longo do dia pode trazer consequências severas, gerando novos deslizamentos e quedas de barreira.
Nas Regiões Geográficas Intermediárias de São José dos Campos e São Paulo (SP), o risco é ALTO, principalmente em municípios litorâneos que enfrentam chuvas intensas. A história de eventos semelhantes em anos anteriores reforça a necessidade de monitoramento. Da mesma forma, Belo Horizonte e Ipatinga (MG) estão sob risco ALTO, com a intensidade da chuva aumentando a suscetibilidade a deslizamentos.
Risco Geológico nas Regiões Intermediárias e Nordeste
Riscos de movimentação de massa também são identificados nas Regiões Geográficas Intermediárias de Sorocaba (SP), Governador Valadares, Barbacena e Pouso Alegre (MG), além de áreas no Rio de Janeiro e em todo o Espírito Santo. A probabilidade de deslizamentos pontuais é considerada MODERADA em várias dessas localidades. Na Região Nordeste, especialmente em Salvador (BA), o risco de movimentos de massa é igualmente classificado como MODERADO, devido às condições climáticas e à vulnerabilidade geológica da área.
Esses dados ressaltam a importância de medidas preventivas e de preparação para lidar com os riscos hidrológicos e geológicos. Autoridades e moradores devem se manter informados e preparados para eventuais emergências, especialmente diante de previsões meteorológicas desfavoráveis que indicam continuidade de chuvas fortes.
