Oportunidades de Negócios e Inovação na Femagri
No Sul de Minas e na média mogiana paulista, o movimento em torno da feira Femagri, ocorrida nesta quarta-feira (18) em Guaxupé (MG), destaca-se pela busca incessante de produtores em busca de negócios e investimentos para suas lavouras de café. Promovida pela Cooxupé, a Feira de Máquinas, Implementos e Insumos Agrícolas atraiu uma forte presença de cooperados e produtores rurais, todos focados em modernizar suas práticas e garantir resultados sustentáveis nas próximas safras.
O cooperado Aldemir Vidal, oriundo de Araguari (MG), defende que a Femagri é uma oportunidade valiosa para conectar os produtores às inovações tecnológicas no setor. “A cafeicultura tem se modernizado e utiliza cada vez mais a tecnologia. Feiras como essa, promovida pela Cooxupé, possibilitam que possamos alcançar essas inovações e aplicá-las em nossas propriedades, o que melhora não apenas a produção, mas também a nossa qualidade de vida”, enfatiza.
José Eduardo dos Santos Júnior, superintendente de Desenvolvimento do Cooperado da Cooxupé, reforça a importância de os produtores avaliarem as oportunidades de negócios disponíveis. Para ele, é fundamental que o produtor esteja atento às demandas do mercado e adapte suas necessidades às características da propriedade. “Nosso cooperado busca pela tecnologia em conjunto com uma maior produtividade, sem perder de vista a sustentabilidade. A feira é um momento crucial para analisar boas oportunidades, tanto em máquinas e equipamentos, quanto em insumos, e realizar bons negócios”, afirma.
Outro cooperado, Adriano Rogério, proveniente de Patrocínio (MG), ressalta que a feira reúne elementos decisivos para qualquer produtor. “Aqui se encontram tecnologia, preços competitivos e oportunidades de mercado no setor do café. Isso pode impactar significativamente na produção e nos custos das lavouras. Vale muito a pena fazer negócios aqui”, opina.
Uma das modalidades de negócio em destaque na feira é a Operação Barter. Esse modelo permite que os produtores adquiram insumos e equipamentos utilizando o café como forma de pagamento, contribuindo para a organização de custos e minimizando os riscos associados às oscilações do mercado.
“Todos os anos estamos aqui fazendo negócios. Hoje mesmo, já compramos carreta, bomba e um esqueletador. As condições são muito favoráveis, e a troca por café é uma ajuda significativa. Sem a Cooxupé, não conseguiríamos administrar nossas lavouras como fazemos atualmente”, relata o cooperado Gilmar da Silva Moraes, de Passos (MG).
A Femagri, sob o tema “Tradição e Inovação: Gestão Responsável, Cooperativismo Forte, Futuro de Oportunidades”, continua a receber famílias cafeicultoras em busca de inovação, promovendo a troca de experiências e a construção de um futuro melhor para todos os envolvidos na cadeia produtiva do café.
