Crescimento do IPC-S em Belo Horizonte
O Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) da quarta quadrissemana de março de 2026 registrou um aumento de 0,50% em Belo Horizonte. Esse resultado representa uma elevação em comparação ao 0,24% registrado na semana anterior, conforme os dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), que faz parte da Fundação Getulio Vargas (FGV).
Esse aumento no IPC-S foi observado em todas as sete capitais analisadas durante o período. O índice cheio também apresentou alta, subindo 0,67%, um crescimento em relação ao anterior, que foi de 0,46%. Com essa nova atualização, o IPC-S acumula uma variação de 3,47% nos últimos doze meses, indicando uma pressão inflacionária crescente.
Variações nas capitais do país
Entre as capitais, Salvador se destacou com a maior variação, atingindo 1,19%. Esse aumento foi fortemente impulsionado pelo preço da gasolina, que teve uma alta significativa de 11,55%. Em contrapartida, São Paulo registrou a menor taxa de variação, com 0,40%, influenciada pela queda no subitem gasolina, que mostrou uma alta de 3,53%.
Além de Salvador, outras capitais também notaram acelerações nos índices. Porto Alegre teve um salto de 0,80% para 1,04%, enquanto o Rio de Janeiro viu seu índice aumentar de 0,58% para 0,76%. Brasília e Recife também apresentaram altas, com o IPC-S passando de 0,37% para 0,59% e de 0,06% para 0,44%, respectivamente.
O aumento médio nas capitais indica uma preocupação crescente com os custos de vida, refletindo uma tendência de alta que pode impactar a economia de diversas formas. A análise do IPC-S é fundamental para entender o comportamento dos preços e a real situação da inflação no Brasil.
Metodologia e coleta de dados
Os dados do IPC-S são calculados pelo Ibre/FGV e se baseiam na coleta de preços realizada entre os dias 1 e 31 de março de 2026. Essa coleta é comparada aos preços apurados entre 1 e 28 de fevereiro do mesmo ano, permitindo uma análise precisa das variações mensais e anuais.
