Federação Reitera Importância da Segurança Pública
A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Rio Grande do Norte (Fecomércio RN) emitiu uma nota de repúdio, neste sábado (20), em resposta à invasão ocorrida no Queiroz Atacadão, situado no bairro Cidade Satélite, na zona Sul de Natal. De acordo com a entidade, o ato comprometeu a segurança de colaboradores, clientes e moradores da área.
A Fecomércio caracterizou a ação como “inaceitável”, lembrando que atos dessa natureza “violate frontalmente o direito à propriedade privada, assegurado pela Constituição”, além de desrespeitar princípios básicos de segurança e ordem pública. Segundo a entidade, o respeito à propriedade é um pilar essencial para a convivência em sociedade.
Na nota, a federação ressaltou que o Queiroz Atacadão é uma nova unidade que representa a principal operação do Grupo Queiroz, com uma vasta área de vendas e um impacto econômico significativo, especialmente na geração de empregos e na prestação de serviços à comunidade local. “A importância desse estabelecimento para a economia da região não pode ser subestimada”, afirmaram representantes da federação.
A Fecomércio RN também mencionou que o setor de comércio e serviços já enfrenta uma situação vulnerável devido ao fluxo de pessoas, o que se agrava em períodos de pico, como o que estamos vivendo atualmente. De acordo com a entidade, essa situação não deve fazer dos estabelecimentos alvos de ações criminosas, que colocam em risco a segurança de todos.
Por último, a federação exigiu uma investigação minuciosa dos acontecimentos, responsabilizando os autores da invasão. Além disso, solicitou uma resposta imediata das forças de segurança. “É imperativo que as autoridades tomem medidas decisivas e eficazes para evitar que tais incidentes ocorram novamente, assegurando um ambiente seguro, onde o direito à propriedade e a livre circulação de pessoas e bens sejam respeitados. Essas condições são essenciais para que comerciantes, empreendedores e investidores possam operar com serenidade e confiança no Rio Grande do Norte”, concluiu a nota.
