Iniciativa Promove Saúde e Bem-Estar na Comunidade
O projeto ‘Saúde na Praça’, desenvolvido pelo Instituto de Promoção e de Assistência à Saúde de Servidores do Estado de Sergipe (Ipesaúde), completa um ano em janeiro de 2024. O programa tem como objetivo facilitar o acesso a medições vitais e métricas de saúde, como a pressão arterial e o índice glicêmico. A ação é disponibilizada todas as quartas-feiras, a partir das 7h30, no pátio da sede matriz, em Aracaju, e está aberta ao público em geral, incluindo beneficiários e colaboradores.
A diretora de Promoção à Saúde do Ipesaúde, Priscila Kitawara, explica que a criação do projeto reflete o compromisso da instituição com a prevenção de doenças e a promoção do bem-estar. “O Saúde na Praça nasceu da nossa responsabilidade em promover o cuidado de forma contínua. A identificação da necessidade de um espaço semanal para orientações de saúde foi fundamental. A praça, um local de passagem, se transforma em um ambiente de prevenção”, afirma Kitawara.
Serviços Oferecidos
No âmbito do ‘Saúde na Praça’, são oferecidos serviços de medição de glicemia, aferição de pressão arterial e orientações de enfermagem, que ajudam no controle de doenças crônicas. Além disso, atividades físicas leves focadas na mobilidade, postura e disposição são realizadas por Isabely Passos, profissional de Educação Física. “Trabalhamos com exercícios simples e acessíveis que melhoram a disposição e o bem-estar”, explica. Essa abordagem prática tem como meta incentivar o autocuidado entre os participantes.
A proposta do projeto é ainda estimular a adoção de hábitos saudáveis e o acompanhamento preventivo para o diagnóstico precoce de alterações metabólicas. Ao integrar serviços de saúde à rotina das pessoas, o Ipesaúde busca diminuir os riscos relacionados ao sedentarismo, hipertensão e diabetes, promovendo hábitos diários de cuidado.
Avaliação Positiva e Futuro do Projeto
Com a conclusão de seu primeiro ano, a gestão do projeto considerou suas atividades como um sucesso e anunciou a continuidade da iniciativa. “O Saúde na Praça se tornou parte do calendário do nosso instituto, um encontro semanal que reforça a ideia de que prevenir é a melhor maneira de garantir saúde. Observamos um aumento no número de participantes, que reconhecem a importância do projeto para o controle de doenças crônicas e a busca por apoio quando necessário”, destaca Priscila Kitawara.
Experiências dos Usuários
A enfermeira Géssica Kyara, que atua na ação, relata que cada atendimento inicia com uma conversa para entender o histórico de saúde do usuário, especialmente em casos de doenças crônicas. “Orientamos os participantes a manter o monitoramento de sua saúde e, se necessário, procurar um médico. Para a medição de glicemia, é ideal fazê-la em jejum de 8 a 12 horas, garantindo que os dados sejam precisos”, explica. Os níveis considerados normais variam entre 74 a 99, e a equipe está atenta às orientações que devem ser seguidas em caso de resultados alterados.
Para usuários como Tainara Costa, que acompanhava sua mãe, a ação ‘Saúde na Praça’ representa uma grande comodidade. “Acho a iniciativa excelente, pois no dia a dia não temos tempo para monitorar nossa saúde. Recentemente, fiz um exame e minha glicemia estava elevada, mas agora, ao verificar aqui, fiquei aliviada ao saber que está tudo normal. Isso ajuda muito”, afirma Tainara.
O projeto ‘Saúde na Praça’ evidencia a importância da promoção da saúde e do autocuidado na vida da população, proporcionando não apenas serviços, mas também um espaço de acolhimento e orientação.
