Uma perda sentida pelo teatro e pelo audiovisual brasileiro
Na última sexta-feira, 16, o Brasil se despediu do talentoso ator Silvio Ferrari, conforme anunciado pela Associação dos Produtores de Teatro (APTR). A associação emitiu uma nota lamentando a morte do artista, ressaltando sua significativa contribuição ao teatro e ao audiovisual nacional.
“A APTR.br registra, com profundo respeito, a partida do ator Silvio Ferrari, cuja carreira deixou uma marca indelével em diversas produções. De musicais a comédias, ele esteve presente em peças icônicas como Rádio Nacional, O Abre Alas, O Dia em que Raptaram o Papa, Marlene, As Pernas do Século, entre muitas outras”, destacou a nota da APTR.
Silvio Ferrari tornou-se conhecido pelo público ao interpretar o personagem Helinho na clássica novela Roque Santeiro, além de ter dado vida a Rubem na primeira versão da famosa trama Pantanal. Essas atuações marcaram uma geração e garantiram seu lugar na memória afetiva de muitos brasileiros.
Até o momento, não foram divulgadas informações sobre a idade do ator, mas sua partida deixou um vazio no coração de amigos e admiradores. Nas redes sociais, colegas de profissão e amigos se manifestaram, expressando suas condolências e lembranças afetuosas. O ator Marcelo Saback, por exemplo, fez uma emocionante homenagem: “Meu amado amigo Silvio Ferrari. Dividimos muitas alegrias nessa vida, não foi? Com muita cantoria e diversão. Que dia triste. Siga em paz, meu querido. Vá na luz, meu rei”.
A perda de Silvio Ferrari representa um grande luto não apenas para os fãs de suas novelas, mas também para o cenário teatral brasileiro, que se despede de um artista cuja presença iluminava os palcos e as telas. Em um momento em que a arte e a cultura precisam mais do que nunca de vozes autênticas e apaixonadas, sua falta será certamente sentida.
