A Busca por Maristela Parreiras da Silva
A família de Maristela Parreiras da Silva, uma idosa de 91 anos, está em busca de informações sobre seu paradeiro, após seu desaparecimento na última terça-feira, dia 17 de fevereiro, no bairro Ipanema, na região Noroeste de Belo Horizonte. O caso já foi oficialmente encaminhado para investigação pela Polícia Civil de Minas Gerais.
De acordo com a neta de Maristela, Viviane Parreiras, de 37 anos e analista de qualidade, a idosa havia pedido a um vizinho que solicitasse uma viagem por meio de um aplicativo. “A princípio, ela tinha a intenção de desembarcar próximo a um colégio particular. Contudo, em determinado momento do trajeto, ela pediu para descer nas proximidades de um supermercado localizado entre as avenidas Abílio Machado e Brigadeiro Eduardo Gomes”, esclareceu Viviane.
Maristela reside com outra neta, que não estava em casa quando a idosa saiu. Ao retornar, a familiar encontrou um bilhete escrito e assinado pela avó, onde ela afirmava que “iria sumir e não voltaria mais”. Esse recado trouxe ainda mais angústia à família, que desde então tem se mobilizado em busca de pistas sobre o paradeiro da matriarca.
Movimentações em Busca de Pistas
Os familiares têm empreendido esforços em bairros adjacentes, como Castelo e Glória, além de percorrer as principais avenidas da região, mas, até o momento, não encontraram nenhuma pista que ajude a esclarecer o desaparecimento de Maristela. A situação tem gerado um clima de desespero e preocupação entre os que a amam.
Apesar da idade avançada, a família destaca que Maristela mantém-se lúcida e goza de boa saúde. “Não temos ideia do que pode ter motivado essa decisão. Ela tem um bom relacionamento com a neta com quem mora. Estive com ela no sábado passado e estava tudo bem. Estamos desesperados”, lamentou Viviane, refletindo a angústia que permeia o cotidiano da família nesse momento difícil.
O desaparecimento de Maristela Parreiras da Silva não é um caso isolado. Em situações semelhantes, a mobilização da comunidade e o compartilhamento de informações nas redes sociais têm se mostrado fundamentais para encontrar pessoas desaparecidas. A família apela, portanto, para que qualquer um que tenha informações sobre o paradeiro da idosa, entre em contato com as autoridades ou as próprias redes sociais, contribuindo assim para a elucidação do caso.
