A Tradição da Romã no Ano Novo
Com a chegada do Ano Novo, muitos buscam manter vivas as tradições que prometem prosperidade e sorte. Sem os ganhos da Mega-Sena, a expectativa de um 2026 próspero pode depender das simpáticas tradições associadas aos Reis Magos. Um dos itens mais procurados para essa ritualística é a romã, cuja unidade é vendida entre R$ 20 e R$ 25 no Mercado Central, enquanto nos supermercados da Zona Sul, o quilo chega a custar R$ 46,99. Para alguns, a solução é dividir a fruta com familiares e amigos, fortalecendo ainda mais o laço de união.
Com a romã em mãos, os devotos devem retirar nove sementes. Três delas são colocadas sob a língua, enquanto as outras três são guardadas junto a uma nota de real na carteira. Existe uma crença de que o dólar, por ser uma moeda forte, pode trazer resultados ainda mais favoráveis. A cerimônia se encerra com o lançamento das últimas sementes para trás, acompanhadas da prece: “Belchior, Gaspar e Belchior/ trazei-me ouro, incenso e mirra/ em forma de saúde, paz e amor./ E não deixe meu dinheiro faltar.”
A Versatilidade da Romã na Cozinha
A chef Agnes Farkasvolgyi compartilha dicas valiosas para aqueles que desejam explorar a versatilidade da romã na culinária além das tradições de Ano Novo. “Eu utilizo romã em cima do homus, na coalhada seca e até mesmo em saladas de grãos ou de bacalhau, combinando com beterraba. Ela também se destaca em ceviches que incluem frutas na receita. No iogurte com granola, a romã traz um toque refrescante. Além disso, é possível preparar sucos ou reduzi-la para fazer um xarope”, revela Agnes, enfatizando a riqueza de possibilidades que a fruta oferece.
As Exposições que Encantam Belo Horizonte
Enquanto as tradições de Ano Novo aquecem os corações, a cena cultural de Belo Horizonte também se destaca, atraindo um público cada vez mais engajado com as mostras de artes visuais. Os números não mentem: o Centro Cultural Banco do Brasil foi o grande palco da arte na cidade, recebendo uma impressionante quantidade de visitantes. A mostra “Fullgás” se destacou como a mais visitada, com 205.392 espectadores, seguida por “Luz eterna” (148.732), “Vetores vertentes” (144.432) e “Flávio Cerqueira – Um escultor de significados” (135.644).
No Palácio das Artes, a exposição do acervo do Grupo Giramundo já recebeu 26.887 visitantes e segue em cartaz até fevereiro. Durante o 5º Prêmio Décio Noviello de Artes Visuais, as galerias Arlinda Corrêa Lima, Genesco Murta e Mari’Stella Tristão foram visitadas por 23.346 pessoas. A mostra “D’água” atraiu 8.827 visitantes, enquanto “Presépios de Minas em mim” recebeu 2.332.
Rembrandt e Outras Atrações na Casa Fiat de Cultura
O ano de 2025 também foi notável para a Casa Fiat de Cultura, que registrou mais de 415 mil visitantes. Durante esse período, exposições como “Natureza transformada”, “Em cada canto” e “Niki de Saint Phalle” fizeram parte da programação, mas foi a exposição de Rembrandt, inaugurada em novembro e que permanece até 25 de janeiro, que conquistou uma média de mil visitantes por dia.
Programação Cultural Diversificada no Centro Cultural Unimed-BH
Ao longo de 2025, o Centro Cultural Unimed-BH Minas e a galeria de arte do Minas 2 proporcionaram uma programação rica e variada. Exposições individuais e coletivas, além de ações educativas, enriqueceram o cenário cultural. As mostras “Um grão de domingo”, do artista Cao Guimarães, e “Contrapontos e contratempos”, de Marco Paulo Rolla, atraíram 5.884 e 5.415 visitantes, respectivamente. Outras exposições, como “Lavra, Márcio Sampaio: de todo, uma parte” e “Nepal”, de Antônio Dias, também contribuíram para um total de 20 mil visitantes contabilizando palestras, oficinas e lançamentos de catálogos.
