Aprovação do Acordo Coletivo de Trabalho
Na manhã desta terça-feira (25/02), mais de 500 profissionais da educação do Programa Escola Integrada se reuniram em uma assembleia na Faculdade de Direito da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). O encontro, amplamente representativo, teve como foco a deliberação sobre a Campanha Salarial 2026 e culminou na aprovação da proposta salarial apresentada pela Prefeitura de Belo Horizonte.
A categoria decidiu pela assinatura do Acordo Coletivo de Trabalho, que estabelece um reajuste salarial considerado histórico para esses profissionais. Os trabalhadores com jornadas de 44 horas e 40 horas semanais receberão um aumento de 33%, enquanto aqueles que atuam 30 horas semanais terão um reajuste superior a 20% em seus salários.
Os participantes da assembleia expressaram a convicção de que esse avanço salarial é resultado direto da mobilização realizada ao longo do último ano, refletindo uma trajetória de organização e luta que se estende por vários anos. Para os trabalhadores, a assinatura imediata do Acordo Coletivo é essencial, pois garante que essa vitória política se converta rapidamente em um aumento real nos contracheques.
Prioridades e Lutas Futuras da Categoria
Além da celebração da conquista salarial, a assembleia serviu para reafirmar que as lutas por outras pautas continuam no foco dos trabalhadores das Caixas Escolares. Entre os pontos considerados prioritários estão a mudança da nomenclatura do cargo de Monitor para Educador, o reajuste do Vale-Alimentação e a redução do número de estudantes por educador, ações que são fundamentais para o reconhecimento profissional e para a melhoria das condições de trabalho.
Com a aprovação do Acordo Coletivo, a categoria se sente mais fortalecida e unida, e a mobilização é vista como um instrumento crucial para avançar nas demais reivindicações. O clima de otimismo e determinação foi palpável entre os presentes, que se comprometem a continuar lutando por melhores condições de trabalho e pelo reconhecimento de suas funções.
Esse momento pode ser considerado um divisor de águas para os trabalhadores do Programa Escola Integrada, que agora veem suas reivindicações sendo atendidas a partir de um diálogo mais efetivo com a Prefeitura. Com essa nova perspectiva, espera-se que a categoria siga unida e proativa em suas futuras ações, garantindo que suas vozes continuem a ser ouvidas e valorizadas.
