Início das Atividades do Grupo de Trabalho
A Universidade Federal da Paraíba (UFPB) deu início, nesta sexta-feira (27), ao trabalho do Grupo de Trabalho (GT) voltado para a criação da Política de Saúde Mental. O objetivo é estabelecer diretrizes que promovam a prevenção, acolhimento e apoio institucional, garantindo que todos os integrantes da comunidade acadêmica possam desempenhar suas atividades em um ambiente de bem-estar, tanto individual quanto coletivo.
O GT é formado por representantes de diversos setores da universidade, incluindo o Centro de Referência em Atenção à Saúde (CRAS), a Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (Progep), além dos Centros de Ciências Humanas, Letras e Artes (CCHLA), Educação (CE) e Ciências Humanas, Sociais e Agrárias (CCHSA). Também participam do grupo o Núcleo Interdisciplinar de Pesquisa e Ação sobre Mulheres e Relações de Sexo e Gênero (Nipam), o Comitê de Inclusão e Acessibilidade (CIA) e o Centro de Referência de Políticas de Prevenção e Enfrentamento às Violências contra as Mulheres da UFPB (CoMu).
Diretrizes Alinhadas ao SUS e Políticas Nacionais
A proposta da Política de Saúde Mental da UFPB prevê ações conjuntas que abrangem toda a instituição, alinhando-se aos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS) e às diretrizes da Política Nacional de Saúde Mental. O foco está na promoção do cuidado comunitário e no suporte integral aos usuários.
Além de oferecer suporte psicológico, a UFPB está comprometida em realizar rodas de conversa e oficinas de geração de renda. A universidade também promove campanhas como o Setembro Amarelo, que visa a inclusão social e o combate ao estigma relacionado aos transtornos mentais. Essas ações refletem a preocupação da UFPB em construir um ambiente mais acolhedor e saudável para todos os seus alunos e funcionários.
Com essa iniciativa, a UFPB busca não apenas a criação de normas, mas a efetivação de um espaço onde o diálogo e a compreensão das questões de saúde mental sejam prioridade. A contribuição de cada um dos setores envolvidos é essencial para que a nova política reflita as necessidades e anseios da comunidade acadêmica.
