Sabará: Um Tesouro Colonial Perto de BH
A poucos minutos de Belo Horizonte, Sabará se destaca como um dos mais antigos centros históricos do Brasil, apresentando igrejas barrocas que foram tombadas em 1938 pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). Este município, que remonta ao Ciclo do Ouro, abriga há 28 anos o maior Festival de ora-pro-nóbis do país, atraindo anualmente aproximadamente 15 mil pessoas no bairro Pompéu.
Mas como essa cidade de ouro se tornou uma guardiã do barroco mineiro? A história remonta à bandeira de Fernão Dias, que partiu de São Paulo em 1674, com o intuito de encontrar Sabarabuçu, um termo tupi que significa ‘pedra grande brilhante’. Embora o bandeirante tenha falecido em 1681, seu genro, Borba Gato, continuou a expedição e se tornou uma figura chave na descoberta do ouro em Minas Gerais, conforme dados do Governo de Minas.
Em 1702, o arraial já ultrapassava em população o restante da capitania, sendo um ponto central de comércio de gado, cavalos e mantimentos. Elevada à Vila Real e absorvendo diversos arraiais vizinhos, Sabará tornou-se município em 1838, consolidando-se como uma referência em ourivesaria colonial. Atualmente, a cidade abriga cerca de 136 mil habitantes, mantendo seu centro histórico protegido pelo IPHAN desde 1938.
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