Encerramento das eleições e início da apuração
O processo eleitoral brasileiro registrou o encerramento da votação às 17h deste domingo (4) em todo o país. A Justiça Eleitoral deu início imediato à apuração dos votos, que acontece em tempo real, garantindo transparência e agilidade na divulgação dos resultados.
Eleitores que ainda estavam nas filas antes do fechamento dos portões tiveram o direito de votar, enquanto aqueles que chegaram após as 17h foram impedidos de participar do pleito. Com o encerramento das urnas, a apuração começou a revelar os primeiros resultados eleitorais.
Reeleições confirmadas e disputas definidas
Em Pernambuco, Raquel Lyra (PSD) garantiu a reeleição no primeiro turno ao conquistar 53,06% dos votos válidos, superando João Campos (PSB), que obteve 44,91%. A campanha entre os dois foi marcada por uma acirrada disputa nas pesquisas, que indicavam empate técnico até a véspera da eleição.
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No Piauí, Rafael Fonteles (PT) também foi reeleito governador, derrotando Joel Rodrigues (PP) e confirmando a continuidade no comando do Palácio de Karnak. As pesquisas apontavam a possibilidade de definição já no primeiro turno, o que se concretizou neste domingo.
Já na Paraíba, Lucas Ribeiro (PP) assegurou sua reeleição com ampla vantagem, alcançando 64,59% dos votos com 85% das urnas apuradas, garantindo que Efraim Filho (PL), com 24,24%, não alcançasse a liderança. Ribeiro assumiu o governo em 2026 após a renúncia de João Azevêdo (PSB) e possui experiência como vereador e vice-prefeito de Campina Grande.
Análise e reflexões sobre a campanha eleitoral
Michel Temer, ex-presidente da República, avaliou que a campanha deste ano não apresentou propostas claras aos eleitores. Segundo ele, a ausência de projetos compromete a escolha consciente do eleitorado. Temer destacou a importância de conhecer os planos dos candidatos para fundamentar a decisão no voto.
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Fonte: daquibahia.com.br
Desenvolvimentos internacionais em energia nuclear lunar
Em paralelo às questões eleitorais, avanços internacionais em tecnologia espacial ganham destaque. Estados Unidos, Rússia e China aceleram projetos para instalar reatores nucleares na Lua, buscando garantir energia constante para futuras bases no satélite natural. A Nasa planeja lançar seu reator até 2030, com capacidade de gerar 20 quilowatts por cinco anos, enquanto o consórcio sino-russo prevê um reator funcional até 2036, produzindo até 10 quilowatts por uma década.
Esses equipamentos são fundamentais para manter o funcionamento de veículos e instrumentos durante as longas noites lunares, que duram mais de duas semanas, viabilizando operações contínuas no ambiente lunar.
