Uma Jornada de Ancestralidade para Crianças
“Afrozinha e o Baobá” é um espetáculo que leva o universo da cultura afro-brasileira para o público infantil, combinando música, histórias e elementos lúdicos em uma experiência rica em ancestralidade. Com cinco apresentações gratuitas ao longo de outubro em Belo Horizonte, a montagem oferece às crianças uma viagem pelo conhecimento a partir do encontro da personagem Afrozinha com o “Baobá de histórias”. Acompanhada pelos personagens Yaa, que simboliza a valentia, e Omí, que representa o valor, Afrozinha descobre os segredos guardados na árvore por meio dos “FrutObjetos”.
Elementos Culturais e Sonoros na Narrativa
Com cerca de 40 minutos de duração, o espetáculo mistura canções autorais, músicas tradicionais em Yorubá e composições populares, todas centradas em temas e símbolos da cultura afro-brasileira. Boneca Abayomi, tranças Nagô, o Baobá e o turbante são apresentados de maneira acessível e envolvente para as crianças. A música desempenha papel essencial na narrativa, com instrumentos como tambores, djembê, caxixes, viola e violão, além de exercícios de percussão corporal que convidam o público infantil a participar ativamente da experiência.
A concepção do espetáculo se apoia em valores afro-brasileiros como oralidade, energia vital (axé), cooperação comunitária e memória ancestral, que permeiam tanto o repertório quanto a forma de apresentação. Essas escolhas reforçam o compromisso artístico com a valorização da cultura e das tradições, transmitindo-as de forma sensível e criativa às novas gerações.
Fonte: odiariodorio.com.br
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Fonte: belzontenews.com.br
Programação e Equipe Artística
A temporada começa no dia 2 de outubro, às 15h, no Centro de Referência da Cultura Popular e Tradicional Lagoa do Nado. As demais sessões acontecem nos Centros Culturais Zilah Spósito, Liberiano Alves de Oliveira, Venda Nova e Urucuia, em diferentes datas do mês, garantindo circulação em pontos importantes da cidade.
Idealizado pela cantora e atriz Nathália Romana, pela atriz e produtora Kelly Coimbra e pelo músico e compositor Marcos Mateus, que também assina o texto e as composições, o espetáculo conta com direção artística compartilhada entre eles. Kelly Coimbra responde pela produção, enquanto Marcos Mateus coordena a direção musical. A cenografia é assinada por Lu Monteiro e a iluminação por Digo Corrêa.
Repertório e Incentivo Cultural
O repertório apresenta músicas como “Funga Aláfia”, “Afrozinha”, “Yaa Valente” e “Samba de Bahia, Semba de Benin”, além de canções tradicionais associadas à cultura popular, como “Olêlê Molibá Makasi” e “Adeus Povo Bom”, ligada ao Congado em Minas Gerais. A temporada é realizada com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte, por meio do Edital Descentra 2025.
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Fonte: jornalvilavelha.com.br
Com classificação indicativa infantil e duração aproximada de 40 minutos, o espetáculo reforça a importância da circulação cultural e do acesso a produções que conectam crianças às raízes e à diversidade cultural brasileiras.
Para acompanhar novidades e conteúdos relacionados, o público pode seguir o perfil no Instagram @moliba_cia e o canal no YouTube @afrozinha.
