Perfil e números dos candidatos ao governo de Minas Gerais
No dia 4 de outubro, mais de 16 milhões de eleitores em Minas Gerais vão decidir quem comandará o estado pelos próximos quatro anos. O cargo de governador será o quinto a ser votado na urna eletrônica durante o primeiro turno das eleições 2026. Para confirmar o voto em um dos 11 candidatos, o eleitor deve digitar o número de dois dígitos correspondente ao escolhido e apertar o botão verde, verificando sempre a foto, nome, número e partido antes de confirmar.
Além do governo estadual, a votação inclui deputados federais, deputados estaduais (ou distritais, no caso do Distrito Federal), senadores e o presidente da República. A Justiça Eleitoral reforça a proibição do uso de celulares na cabine de votação, recomendando que o eleitor leve um papel com a cola eleitoral para facilitar a identificação dos candidatos.
Conheça os candidatos e suas trajetórias
Alexandre Kalil (PDT), número 12, ex-prefeito de Belo Horizonte eleito em 2016 e reeleito em 2020, busca o cargo pela segunda vez após ter ficado em segundo lugar nas eleições de 2022. Carlos Mosconi compõe sua chapa como candidato a vice-governador.
Ben Mendes (Missão), número 14, apresenta-se como cristão presbiteriano, advogado, jornalista e estudante de medicina, além de se declarar antiesquerda em suas redes sociais. Apresentador do quadro Ronda do Consumidor em seu canal no YouTube, ele tem Falcão como candidato a vice-governador.
Cleitinho Azevedo (Republicanos), número 10, atual senador por Minas Gerais eleito em 2022 e ex-vereador e deputado estadual, concorre com Falcão como vice-governador.
Flávio Roscoe (PL), número 22, empresário e presidente licenciado da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), disputa pela primeira vez um cargo eletivo. Sua candidata a vice-governadora é Ellen Miziara.
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Gabriel (MDB), número 15, ex-vereador de Belo Horizonte por dois mandatos (2016 e 2020), disputou a Prefeitura de Belo Horizonte em 2024. Advogado, jornalista publicitário e professor universitário, disputa sua primeira eleição para governador, tendo Maria Helena como vice.
Henrique Áreas (PCO), número 29, com candidaturas anteriores a prefeito e deputado federal em São Paulo, concorre com Estevão Gomes como vice.
Indira Xavier (UP), número 80, coordenadora nacional do Movimento de Mulheres Olga Benario e da Casa Tina Martins em Belo Horizonte, já disputou o governo estadual em 2022 e a Prefeitura de Belo Horizonte em 2024. Renato Campos é seu candidato a vice-governador.
Mateus Simões (PSD), número 55, eleito vice-governador em 2022, assumiu o governo de Minas Gerais em março de 2026 após a renúncia de Romeu Zema, que disputa a Presidência pelo Partido Novo. Sua chapa conta com Danilo de Castro como vice.
Patrus Ananias (PT), número 13, ex-prefeito de Belo Horizonte (1993-1996), ex-ministro em governos Lula e Dilma, e atualmente deputado federal, disputa com Jarbas Soares como vice.
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Professor Túlio Lopes (PCB), número 21, professor universitário e ativista do movimento estudantil e sindical, concorre pela segunda vez ao cargo de governador, com Warlen Nunes como vice.
Rafael Duda (PSTU), número 16, presidente do sindicato Metabase Inconfidentes e candidato pela primeira vez ao governo estadual, já disputou a Prefeitura de Congonhas e deputado federal. Sua vice é Prof. Diana de Cássia.
Próximos passos e orientações para o eleitor
Com a disputa oficializada, a atenção dos eleitores e das equipes de campanha agora se volta para o período que antecede a votação, marcado por debates, articulações e divulgação de propostas. O resultado da eleição terá impacto direto nas políticas públicas e na gestão dos recursos estaduais.
Gabriel (MDB) destaca-se entre os candidatos com experiência municipal e trajetória no Legislativo, representando um perfil que reúne diversificação profissional e atuação acadêmica, o que pode influenciar a dinâmica da disputa.
O eleitor deve acompanhar as campanhas, avaliar os programas apresentados e preparar-se para votar com segurança, utilizando a cola eleitoral para evitar erros na hora da votação. O próximo movimento político será a definição do segundo turno, caso nenhum candidato alcance a maioria absoluta no primeiro.
