Desempenho das Exportações
No primeiro trimestre de 2026, as exportações do agronegócio de Minas Gerais apresentaram uma queda significativa, com um recuo de 13,6% em faturamento e 11,2% em volume. No total, o setor movimentou impressionantes US$ 3,93 bilhões, enviando 2,8 milhões de toneladas de produtos ao exterior. Apesar da diminuição, o café se destacou como o principal produto exportado, mesmo com uma redução de 18,5% na receita.
Segundo Manoela Teixeira, assessora técnica da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), esse desempenho negativo pode ser atribuído à menor disponibilidade de produtos enfrentada no período, além da sazonalidade típica do setor. Teixeira enfatizou que esses fatores não necessariamente indicam uma perda estrutural de competitividade, mas sim reflexos de um ciclo natural do agronegócio.
Expectativas para a Nova Safra Mineira
Com a chegada de uma nova safra, as expectativas do setor são otimistas. Especialistas acreditam que as condições climáticas e a adoção de novas tecnologias podem ajudar a reverter a tendência de queda. O foco está em explorar o potencial do agronegócio mineiro, que, apesar dos desafios, continua sendo um pilar fundamental da economia estadual.
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Queda nos preços dos combustíveis na Grande BH
Em outra notícia relevante, uma pesquisa realizada em 198 postos de combustíveis na Grande Belo Horizonte revelou uma queda no preço médio da gasolina, que agora está em R$ 6,19. O etanol também apresentou um recuo de 4,20%, baixando para R$ 4,50. O Diesel S10, por sua vez, teve uma redução, agora custando em média R$ 7,02. Especialistas do setor atribuem essa diminuição a uma combinação de fatores, incluindo a recente safra do etanol e a intensa concorrência entre os postos na Região Metropolitana.
Reformas para Estimular o Crescimento do Brasil
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A Associação Comercial de Minas (ACMinas) apresentou, nesta segunda-feira (27), os resultados de seu Projeto Reforma do Estado Brasileiro, em um evento realizado em Belo Horizonte. O presidente da ACMinas, Cledorvino Belini, destacou quatro eixos prioritários que miram no desenvolvimento econômico: educação básica e profissional, segurança pública, reforma do sistema tributário e aceleração do crescimento econômico. O objetivo é substituir o que Belini chamou de “crescimento vegetativo” por uma meta arrojada de 5% ao ano, como forma de combater a pobreza e atrair novos investimentos para a região.
Essas propostas vêm em resposta a um clamor crescente do setor produtivo, que defende uma tributação focada na renda ao invés do consumo, buscando assim um modelo mais justo e capaz de incentivar o desenvolvimento econômico de maneira sustentável.
