Show em Belo Horizonte
A banda Gola Rolê fez um show vibrante nesta sexta-feira (10/4), no projeto ‘Intervalo Cultural’, promovido pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG). Durante a apresentação, o presidente da instituição, desembargador Luiz Carlos Corrêa Junior, ressaltou a relevância do evento, que reuniu um público animado em torno de clássicos da Música Popular Brasileira (MPB), com destaque para o gênero brega.
Realizado na entrada do Edifício-Sede do TJMG, em Belo Horizonte, o espetáculo contou com um repertório que homenageou grandes nomes da música brasileira, como Sidney Magal, Odair José, Reginaldo Rossi, Lindomar Castilho, Nelson Ned, Evaldo Braga e Jerry Adriani. Sem dúvida, uma viagem no tempo para muitos presentes.
Trajetória da Banda Gola Rolê
Com quase uma década de carreira, a Gola Rolê é composta por Adal (bateria), Fly (teclado), Hairlan (baixo), Junot (violão), Romeu Cozensa (voz), Well (guitarra) e Yêda Galvão (voz). O grupo se dedica a resgatar canções das décadas de 1960 a 1980, promovendo uma conexão emocional com o público e revitalizando a memória afetiva da MPB.
Junot, um dos fundadores da banda, compartilhou a curiosa origem do nome: “Eu sempre detestei blusas de gola rolê, acho feias e bregas. A ideia de usar isso como nome de banda me pareceu interessante. E aqui estamos, quase 10 anos depois, fazendo o que amamos.”
Por sua vez, a cantora Yêda Galvão também compartilhou um pouco de sua história: “A música sempre fez parte da minha vida, assim como dos meus irmãos. Cresci acompanhando-os em festivais no interior de Minas e, para quem não sabe, sou prima do saudoso cantor Nelson Ned.”
Valorização Cultural do Projeto
A ocasião também contou com a presença de outras autoridades do TJMG, como o superintendente administrativo adjunto, desembargador Vicente de Oliveira Silva, e os desembargadores Delvan Barcelos Júnior, Paulo Calmon Nogueira da Gama e Ramom Tácio de Oliveira. O desembargador Corrêa Junior reforçou a importância de iniciativas como o ‘Intervalo Cultural’: “Esse projeto é uma maneira de o Tribunal valorizar as diversas manifestações artísticas. Não podemos discriminar arte, devemos acolher todas elas.”
O desembargador Ramom Tácio, que também é músico e já se apresentou no projeto, destacou a relevância do evento como um espaço de diálogo entre o Judiciário e a sociedade: “Para atuarmos como julgadores, é essencial que tenhamos sensibilidade para compreender as dinâmicas cotidianas das pessoas. O ‘Intervalo Cultural’ é fundamental para estabelecer essa conexão.”
Marlene Costa Val, esposa do baterista Adal, expressou sua satisfação por participar do evento: “Como parente de um dos integrantes da banda, considero o ‘Intervalo Cultural’ do TJMG uma iniciativa muito positiva, pois proporciona visibilidade aos músicos. A música traz de volta sucessos antigos que fazem parte do nosso coração, então vejo essa ideia como uma grande valorização cultural.”
Sobre o Projeto ‘Intervalo Cultural’
Lançado em 2017, o ‘Intervalo Cultural’ é uma ação da Diretoria Executiva de Comunicação (Dircom) do TJMG, que realiza regularmente apresentações de música, dança, teatro e outras manifestações culturais. Este projeto tem sido um sucesso, trazendo diversidade e arte para a instituição e para a comunidade.
Para quem deseja conferir mais imagens da apresentação, é possível acessar o Flickr oficial do TJMG, que traz registros do evento e outras iniciativas culturais do tribunal.
